Garcia ironiza Jayme: prévia partidária 2026 e disputa no MT

Fábio Garcia em evento político, discutindo a prévia partidária 2026.
Fábio Garcia critica a proposta de prévia partidária 2026, lembrando sua própria situação em Cuiabá.
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O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, lançou uma crítica velada ao senador Jayme Campos, que defende a realização de uma prévia partidária 2026 para a escolha do candidato ao governo de Mato Grosso. Garcia relembrou que, em 2024, ele próprio não teve a mesma oportunidade para disputar a Prefeitura de Cuiabá.

Garcia questiona “mesma regra” para prévia partidária 2026

“Queria que fosse a mesma regra para a Prefeitura de Cuiabá. Eu não tive chance de ter votação interna. Portanto, chicote que bate em Chico, bate em Francisco”, ironizou o secretário.

Jayme Campos, juntamente com seu irmão, o deputado Júlio Campos, tem defendido a ideia de uma prévia interna no União Brasil. O objetivo é definir se o partido lançará candidato próprio ao executivo estadual. O senador tem buscado apoio político para viabilizar sua candidatura, embora o governador Mauro Mendes já tenha declarado apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta.

Em contrapartida, em 2024, Fábio Garcia e o deputado estadual Eduardo Botelho eram pré-candidatos à Prefeitura de Cuiabá. Naquela ocasião, a definição do nome do grupo ocorreu sem votação interna; Botelho acabou sendo o escolhido. Essa disparidade de tratamento, segundo Garcia, levanta questionamentos sobre a aplicação justa da democracia interna.

A disputa pela indicação do candidato em 2026 promete ser acirrada. A ausência de uma prévia partidária 2026 para sua própria candidatura à prefeitura demonstra o embate de interesses. Além disso, a questão da candidatura ao governo está no centro das discussões internas. Portanto, a declaração de Garcia ressalta a importância de critérios equânimes para futuras definições. Para mais detalhes sobre movimentações políticas na região, visite notícias políticas.

Em suma, a declaração de Fábio Garcia evidencia um descontentamento com a forma como as decisões internas têm sido tomadas. A comparação com o processo eleitoral de Cuiabá em 2024 serve como um forte argumento para sua crítica.

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